quinta-feira, 17 de maio de 2012

Das observações bizarras

Quando entrei na universidade, eu e uma amiga, achámos que tinhamos de ter um animal de estimação. Por exclusão de hipóteses como: o cão exige muita atenção, um gato enchia a cada de pêlos e um peixe não dá para brincar.... Surgiu um coelho. Era o Quiky. Não muito sociável mas alegrava a casa com os seus saltinhos. Enquanto lhe limpava a casinha surgiu-me uma constatação que por acaso encontrei agora nesta imagem. É nojento, mas realmente não dá para deixar de ignorar a ideia do coelho logo nestes cereais! Hahaha



quarta-feira, 16 de maio de 2012

À procura do bikini perfeito

Quero comprar um bikini novo, mas sou mesmo muito esquisitinha. Primeiro  não gosto de fraldas (detesto mesmo), e depois acho que não é assim tarefa muito fácil encontrar um que fique mesmo bem consoante o corpo de cada pessoa. Posso contar pelos dedos de uma mão, as vezes que durante uma época de Verão reparo no bikini de alguém a ponto de comentar: Uau, super giro! É tão raro que quando acontece tenho vontade de ir perguntar onde o comprou.Entretanto encontrei alguns que até me alegraram o olho.






From the kitchen with love

Enquanto a maioria das pessoas escreve sobre dietas e comida saudável, o que é normal tendo em conta que nos aproximamos a passos largos de frequentar praias apinhadas de gente e queremos fazer boa figura quando acernamos a alguém e o nosso braço não se assemelhar a uma gelatina Royal num terramoto asiático, EU faço um bolo assim para o calórico de chocolate. Super fofinho e delicioso. Também não fosse eu a rainha dos bolos, não a fazer, mas a comer claro.

Et voilá! Acabadinho de sair do forno.
Receita:
180 g de manteiga
180g de acúcar
3 ovos
180g farinha
pitada de sal
fermento
15 cl de leite
4 colheres de sopa de cacau em pó

Juntar os ingredientes, um de cada vez, pela ordem que estão listados, com a ajuda da batedeira e no final colocar numa forma de bolo inglês barrada com manteiga e polvilhada com farinha. Levar 40 minutinhos ao forno e já está!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Muitas, muitas, nenhuma.

Hoje acordei e pensei: "Quase cinco anos, provavelmente umas 40 unidades curriculares, em que cada uma exigiu pelo menos um trabalho. Quantos índices, enquadramentos teóricos, análise de dados e conclusões já fiz? Quantas vezes entrei em stress? Quantas vezes fiquei por fazer algo?" Muitas, muitas, nenhuma. Essas são as respostas. Então vamos lá! Nem penses que me assustas oh tese!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Um amor verdadeiro

Sim poderia ser um amor entre homem e mulher, daqueles romances que inevitavelmente acabo por deitar uma lágrima quando há aquele gesto, aquela palavra... Mas não. Este é um filme já antigo (1998) e que fala do amor na família, de filhos, pais e mães. Ao que apurei não se baseia em nenhuma história verídica, mas bem que poderia sê-la e que de certeza acontece muito por aí.

Ando com esta mania de ver filmes antigos e tenho tido agradáveis surpresas.

Sinopse: Quase todo o filme é narrado em flashback, retratando os últimos meses da vida de Kate Gulden (Meryl Streep), que está a morrer de cancro. George Gulden (William Hurt), o marido e escritor frustrado, alegando que não pode cuidar da esposa por ter uma vida profissional intensa pressiona Ellen Gulden (Renée Zellweger), a filha, para largar seu emprego de jornalista em Nova York e sua vida particular para cuidar da mãe. Ellen concorda a contragosto, pois além de prejudicar sua carreira se vê em um contexto social totalmente estranho.
Título original: One Truth Thing

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Apontamentos do dia a dia

Serei a única a deparar-me com dificuldades em encontrar a data de validade de certos produtos? O que devia ser algo simples e fácil de detetar torna-se quase uma investigação digna de inspetor profissional. Os medicamentos até ver, até se encontram devidamente rotulados com a validade, agora uma simples conserva de atum é capaz de ter inscrito: "Consumir de preferência antes de: ver fundo" Enquanto uma pessoa pergunta-se: "Mas ver data onde? Ah no fundo! Mas isto está desfocado!", e entretanto andamos a girar entre as mãos a embalagem, que caso o atum fosse vivo ia ter uma indigestão com tanto rodopio. Enfim... Senhores produtores de embalagens coloquem por favor a data de validade em locais visíveis e de preferência com letras longe do microscópicas e agitadas por um vento do deserto. Obrigada.

Certo que ainda há a discussão sobre o cumprimento, ou não, desses mesmos prazos, se correspondem à real validade do produto, ou se são apenas truques para jogarmos os alimentos fora ainda bons, e assim comprar mais, e gira que gira a máquina do capitalismo... Mas isso fica para outra altura que entretanto vou comer.

Ontem foi noite de

Sushi! Ai como não me importava comer isto mais vezes. Será muito difícil de aprender? Tenho de me informar.