sexta-feira, 30 de março de 2012

Vale a pena?

"Qualquer um pode zangar-se . Isto é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa, não é fácil." (Aristoteles)

Desde que li isto não consegui parar de pensar do quão verdade é. Serve para muita gente que se acha nesse direito só porque levantam a voz, porque são mais velhas, porque têm um cargo superior, porque acham que são donas da razão, porque são pai ou mãe, porque são professores, porque têm um diploma, porque são os reis da sua rua...

Afinal qualquer um o faz. Será que queremos ser "qualquer um"?

segunda-feira, 26 de março de 2012

domingo, 25 de março de 2012

Feel free

"Albert Camus uma vez escreveu: 'Abençoados os corações flexiveis, pois nunca serão partidos."

sexta-feira, 23 de março de 2012

quinta-feira, 22 de março de 2012

Ao sonhar recordo-me

"Sinto que vais mudar o mundo, de alguma forma..."
Sabias que nunca dizia nada ao acaso. Petrificas-te. Foi como se o tempo parasse naquele momento para interiorizares o que acabaras de ouvir. Os teus olhos brilhararam e, ambicioso como és, elevaste-te à mais alta nuvem de sonhos projetados.
O que para mim naquele momento foi apenas o partilhar de algo que brotou tão naturalmente em palavras, como a veracidade de acreditar no que dizia... Para ti foi bem mais que isso, tanto que o voltas-te a citar num outro momento em que refletiamos sobre o futuro...
Acredito que quando esse dia chegar vais-te recordar daquelas palavras e do que sentis-te ao ouvi-las.

Nunca te cheguei a dizer que esse mundo era o meu.


Qual miau qual quê

Não eramos grandes amigos. Sempre achei que tinham um ar de superiores que lhes dava o direito de me arranhar quando fazia uma tentativa furtiva de aproximação. Desconfio que as coisas andam a mudar por estes lados...


(Veio provisoriamente, mas já estou a acusar alguma nostalgia ao pensar que vai ter de ir embora...)

terça-feira, 20 de março de 2012

Eu já errei e...

Gostava de puder adivinhar pensamentos por breves momentos. Mas depois penso nas consequências desse ato. Não tenho assim tanta certeza do que isso me traria de bom. Talvez fizesse com que alguns partissem porque afinal não faziam assim tanta falta, outros permaneceriam com a mesma certeza, e ainda, talvez, outros surpreendessem. Mas seria assim tão simples? E se aqueles que riscasse de vez até merecessem ficar? Será que sentimos coisas más (ou menos boas) por pessoas de quem gostamos? Será que até nos arrependemos por estar a senti-lo, ou nem temos essa perceção? Ou será que se isso chega a acontecer não gostamos verdadeiramente da pessoa? Eu acho que não. Acho que os momentos que vivemos levam-nos a cultivar determinados sentimentos, que podem ser momentâneos ou não. Cabe-nos a nós refletir sobre isso ao dar a volta por cima (se assim o entendermos), e vigiar esses sentimentos.

Por bem daqueles que amamos é melhor não ler pensamentos (nem por breves segundos), pois todos erram. Eu já errei... e superei.